O inventário de ativos é o documento que mais rápido envelhece em um programa de conformidade. Ele é montado para a auditoria, aprovado, e no mês seguinte já não corresponde à realidade: uma instância nova subiu, um notebook foi devolvido, um repositório foi arquivado.
Na Imara Trust, o inventário é alimentado pelas integrações que você já conectou. Nuvem, dispositivos, identidades e repositórios aparecem no inventário porque existem de fato, não porque alguém lembrou de cadastrá-los.
Cada ativo carrega responsável, criticidade e classificação. E, principalmente, carrega o vínculo com os controles que dependem dele: quando um controle exige criptografia em repouso, dá para ver a quais ativos essa exigência se aplica.
Frameworks como ISO 27001 e SOC 2 não pedem um inventário bonito, pedem um inventário verdadeiro e mantido. A diferença entre os dois costuma ser exatamente a distância entre a planilha e a operação real.