Integrações – Como adicionar uma integração com o MongoDB Atlas
A integração com o MongoDB Atlas cobre a proteção do seu banco de dados: quem acessa, se os dados estão criptografados, se a conexão é protegida, e se a rede está exposta.
Ela tem uma exigência que não aparece em nenhuma outra integração do catálogo, e que faz todas as verificações falharem se for esquecida. Vale ler a seção sobre isso antes de começar.
O que ela monitora
Quatro pontos:
Acesso de usuários do banco, para o controle de privilégio mínimo.
Criptografia em repouso.
Proteção da conexão por TLS.
Exposição da lista de acesso de rede, ou seja, se o banco aceita conexões de qualquer origem.
O último é frequentemente o achado mais relevante. Um banco de dados aberto para qualquer endereço é um dos problemas de configuração mais graves e mais comuns.
O que criar do lado do Atlas
Dois passos, e o segundo é fácil de esquecer:
1. Crie uma chave de interface de programação na organização, com papel de somente leitura da organização.
2. Adicione essa chave ao projeto que você quer monitorar, com papel de somente leitura do projeto.
Uma chave que existe na organização e não foi adicionada ao projeto não consegue ler nada daquele projeto.
A exigência que faz tudo falhar: a lista de acesso
O Atlas exige que os endereços de origem das chamadas de programação estejam previamente autorizados em uma lista de acesso.
A consequência é radical: sem autorizar o endereço de saída da plataforma, todas as verificações falham na autenticação. Não algumas, todas. E o sintoma parece um problema de credencial, o que leva as pessoas a regenerar chaves sem necessidade.
Como resolver:
Solicite ao suporte da Imara o endereço de saída atual a ser autorizado. Ele não está publicado nesta página de propósito, porque pode mudar, e uma página desatualizada seria pior que nenhuma.
Autorize esse endereço na lista de acesso de programação da sua organização no Atlas.
Só depois teste a conexão.
Se você está diagnosticando uma integração do Atlas que nunca funcionou, comece por aqui. É a causa em quase todos os casos.
Os campos a preencher
| Campo | O que informar |
|---|---|
| Chave pública | A parte pública da chave de programação |
| Chave privada | A parte privada, exibida apenas na criação |
| ID do projeto | O identificador do projeto a monitorar |
Atenção à chave privada: ela é exibida uma única vez, no momento da criação. Se você perdeu, o caminho é criar uma chave nova, e não tentar recuperá-la.
Um projeto por integração
O campo de projeto define o escopo. Se a sua empresa organiza os bancos em vários projetos no Atlas, será necessária uma integração por projeto.
Vale priorizar: comece pelo projeto que contém a produção e os dados de clientes.
Boas práticas
Nomeie a chave de forma reconhecível, para ficar claro no seu registro de auditoria qual acesso pertence à plataforma.
Use os papéis de somente leitura indicados. O Atlas oferece papéis mais amplos que também funcionariam, e não há motivo para usá-los.
Revogar é imediato. Apagar a chave, ou remover o endereço da lista de acesso, interrompe a coleta.
Revise a lista de acesso de rede do próprio banco. Isso não é sobre a integração, é sobre o achado que ela vai reportar. Se houver uma regra permitindo qualquer origem, essa é a correção de maior impacto que você pode fazer hoje.
Depois de conectar
Use Testar Conexão antes de salvar, aguarde o primeiro ciclo e confira os testes.
Problemas comuns
Teste de conexão falhou e as credenciais estão certas. O endereço de saída da plataforma não está autorizado na lista de acesso. É a causa mais comum, com folga.
Autenticação falha em todas as verificações. Mesma causa acima.
Perdi a chave privada. Ela é exibida só na criação. Crie uma chave nova.
A chave existe mas não lê o projeto. Ela foi criada na organização e não foi adicionada ao projeto.
Bancos de outro projeto não aparecem. Cada integração cobre um projeto.
Funcionava e parou. O endereço autorizado pode ter mudado, ou a chave foi revogada. Confirme os dois com o suporte.
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