Parceiros – Identidade visual: seu kit de marca e o de cada cliente

Para parceiros · Parceiros (MSSP) · atualizado em 31 ago 2026

Identidade visual define o que os seus clientes veem: seu logo, nome do produto e cores, aplicados a quem não definiu os seus próprios.

É o recurso que permite entregar a plataforma como parte do seu serviço, e não como uma ferramenta de terceiros.

O seu kit de marca

Na sua conta, o Kit de marca reúne:

Campo O que ele muda
Logo A marca exibida na plataforma
Nome do produto O nome que substitui o padrão
Cor primária e Cor secundária As cores da interface
Captura de telakit de marca da sua conta.

Como a herança funciona

Este é o mecanismo central, e ele é mais preciso do que parece. A tela informa: os clientes que você gerencia herdam cada um destes campos individualmente, e o que o cliente definir por conta própria tem precedência.

Duas palavras merecem destaque.

Individualmente, ou seja, campo por campo. Um cliente pode ter o logo dele e as suas cores, sem que seja tudo ou nada.

Precedência do cliente, ou seja, quando o cliente define algo, aquilo vale. A sua marca é o padrão, e não uma imposição.

A ordem é sempre a mesma, por campo: o que o cliente definiu, senão o que você definiu, senão o padrão da plataforma.

Ajustar a marca de um cliente específico

Na página do cliente há a identidade visual daquele cliente, com a mesma lógica explicada na tela: deixe um campo vazio para herdá-lo do seu kit de marca, e o que for definido ali substitui o seu apenas para aquele cliente.

Os campos herdados aparecem com a indicação de que o valor vem do seu kit de marca, o que facilita ver de onde cada coisa está vindo.

Isso resolve o caso comum: um cliente com identidade visual forte, que quer o próprio logo, dentro de uma carteira que no restante usa a sua.

O logo tem uma regra própria, e vale entender

A tela é explícita: o logo é enviado pelo próprio cliente nas configurações dele e, até então, herda o seu. Ele não pode ser enviado a partir daqui.

E ela dá a razão, que é técnica e correta: os envios pertencem à conta que envia, então um arquivo enviado por você não pertenceria àquele cliente.

A implicação prática, e vale combinar isso com o cliente desde o começo:

Você não sobe o logo do cliente para ele. Nem entrando no ambiente dele.

Se o cliente quer o logo próprio, alguém com acesso de administrador lá precisa enviá-lo nas configurações de marca daquele cliente.

Até que isso aconteça, o cliente vê o seu logo, que é o comportamento desejado na maioria dos casos.

Vale antecipar isso na implantação. É a solicitação que aparece na primeira semana, e a resposta “não é possível fazer por você” soa como limitação quando chega de surpresa, e como processo quando foi combinada antes.

O que as cores mudam, e o que elas não mudam

Aqui existe uma expectativa que costuma se frustrar, e a plataforma avisa com clareza: as cores personalizam o Trust Center e o portal Member Hub, e não são aplicadas aos documentos gerados.

Documentos têm identidade própria, textual, com texto de cabeçalho, texto de rodapé, aviso de confidencialidade, direitos autorais e isenção de responsabilidade, configurados numa aba separada e com pré-visualização.

Ou seja: colorir a interface não colore os PDFs. Se o objetivo é que os documentos entregues carreguem a identidade certa, o trabalho é na aba de documentos, e é textual.

Vale notar que essa configuração de documentos é feita por cliente, no ambiente de cada um, e é onde deve constar o nome e os dados do cliente, e não os seus: um PDF de política que traz o nome da sua consultoria no rodapé, e não o da empresa auditada, é um problema para o cliente na auditoria.

Uma recomendação sobre o nome do produto

O nome do produto é o campo com maior efeito percebido, e o que merece mais reflexão comercial.

Definir o seu nome entrega uma plataforma que parece sua. Isso fortalece o seu serviço, e cria uma dependência de expectativa: o cliente atribui a você tanto o que funciona bem quanto o que não funciona.

Não há resposta única, e vale decidir com intenção, e não por padrão. Duas perguntas ajudam:

O seu diferencial é a metodologia ou a ferramenta? Se é a metodologia, marca própria reforça o pacote.

O cliente vai comparar preço com a ferramenta avulsa? Se sim, a marca própria dificulta essa comparação, o que pode ser exatamente o que você quer.

O que fica de fora do white-label

Vale ser direto sobre um ponto, porque ele é de princípio e não de configuração.

O Trust Center do cliente é do cliente. Ele é a página pública que a empresa apresenta ao mercado, e a identidade dela é que deve aparecer ali. O Trust Center tem configurações próprias de marca, com nome da empresa, que se sobrepõem ao kit de marca justamente por isso.

Então o white-label alcança a experiência dentro da plataforma, e não a vitrine pública do cliente. Vale explicar essa distinção quando o assunto aparece em conversa comercial: ela é uma decisão de produto, e ela protege o seu cliente.

Quem pode editar

A configuração de marca exige permissão específica. Na conta de um cliente, a plataforma informa que apenas administradores da organização podem editar a marca.

Isso vale nos dois níveis: a sua equipe precisa da permissão adequada para mexer no seu kit de marca, e no de um cliente.

Requisitos do arquivo de logo

Quando o logo é enviado, seja por você na sua conta, seja pelo cliente na dele, valem as orientações da tela: PNG ou SVG transparente, formato horizontal, com proporção aproximada de 4 para 1, no mínimo 400 pixels de largura, e no máximo 2 MB.

A plataforma recusa tipos de arquivo não suportados e arquivos grandes, e avisa quando a imagem é pequena e pode ficar desfocada.

Vale respeitar o formato horizontal: a marca é exibida em espaços largos e baixos, e um logo quadrado ou vertical fica pequeno demais para ser reconhecido.

Captura de telaidentidade visual de um cliente, com campos herdados.

Problemas comuns

Não foi possível carregar as configurações de marca. Falha momentânea. Recarregue.

Apenas administradores da organização podem editar a marca. Falta permissão.

Não consigo enviar o logo do cliente. Correto, e é deliberado. O envio precisa ser feito por alguém do próprio cliente.

Alterei as cores e os documentos não mudaram. As cores não se aplicam aos documentos gerados. Use a aba de documentos.

O cliente continua vendo o meu logo. Ele não definiu um próprio. É o comportamento esperado da herança.

Um cliente tem uma cor errada. Confira se ele definiu a cor por conta própria: o que o cliente define tem precedência sobre o seu kit.

O logo ficou desfocado. Envie uma imagem com pelo menos 400 pixels de largura.

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